10/10 Battlefield 6 me surpreendeu de forma muito positiva. Depois da decepção que foi o 2042, eu estava bem cético, mas esse novo jogo conseguiu resgatar tudo o que eu sempre gostei na franquia. A ambientação em 2027 é envolvente, com um conflito global que parece saído de um filme de guerra moderno. Os mapas são cinematográficos, e a narrativa tem aquele peso que te prende desde o começo. A jogabilidade está afiada. A destruição em tempo real voltou com força, e agora está ainda mais refinada — dá pra sentir o impacto de cada explosão, cada parede que cai. O combate exige estratégia e trabalho em equipe, o que me fez voltar a jogar com amigos como nos velhos tempos. As armas e veículos estão bem equilibrados, com uma variedade que agrada tanto quem curte ação frenética quanto quem prefere jogar com mais calma. No PC, o desempenho está ótimo. O jogo roda liso, mesmo nos momentos mais caóticos, e os gráficos estão lindos. A interface também melhorou bastante, mais limpa e intuitiva, o que ajuda muito na imersão. O multiplayer está bombando. Já vi que o jogo bateu recorde de jogadores no Steam, e não é à toa. Os mapas são bem desenhados, com várias rotas e possibilidades táticas. Dá pra sentir que pensaram em cada detalhe pra deixar a experiência mais fluida e divertida. Pra mim, Battlefield 6 é exatamente o que a franquia precisava: um retorno às origens, com tudo o que fez a série ser tão amada. Não tenta reinventar a roda, mas entrega uma guerra moderna, intensa e bem feita. Voltei a me empolgar com Battlefield — e isso já diz muito.
Entrando na questão técnica primeiro: - O visual do jogo é belíssimo, animação fluída, é um frescor diferente para um jogo sucessor da Telltale. - A mecânica de administrar os heróis é bem legal, nessa questão de analisar e tentar tomar a melhor decisão vamos se aproximando mais dos personagens e tals, entendendo eles (ou não). Parece que vai contribuir muito pra narrativa nos próximos episódios. - A gameplay do hack vai ser bom pra treinar o cérebro kkkk - Pra quem odeia quick time, aparentemente é possível desativar e deixar a experiência mais cinematográfica. Agora falando como jogo de escolhas em si: - Os episódios são até que curtos, ao menos os 2 primeiros, aparentemente o jogo se escora mais na parte de administrar do que nas cenas de um jogo de escolhas comum, mas mesmo nessas partes há escolhas que os personagens se lembrarão. Só é diferente do habitual mesmo, é legal, um frescor agradável pro gênero e a duração não compromete a narrativa. - Ainda tá cedo pra falar sobre a história, mas foi interessante e divertido esse começo. O jogo tem um elenco de personagens bem diverso em todos os sentidos, tem tudo pra acrescentar nos próximos episódios. Quarta feira tem mais!!! - O tom do jogo é no ponto certinho, qualquer situação ou tipo de piada que te incomode deve passar batido numa boa sem comprometer a conexão com a trama. Tem tudo pra ser um baita jogo narrativo. CHEGA LOGO QUARTA FEIRA!!! P.S: Tô com medo da ilusão de escolhas.