REVIEW DO BF6 🪖🫡 ----------------------------------------------------------------------------------------------------- RESUMO: BF6 acerta em cheio na gunplay e na performance, entrega um bom pacote de mapas e modos — com destaque para o Portal —, mas ainda há espaço para evoluir em conteúdo e ambição da campanha. Se você ama jogos de tiro, eu recomendo MUITO pelo multiplayer e conteúdo, mas somos brasileiros, e se você não tá com tanto dinheiro agora, espera uma promoção e pra quando houverem mais mapas no jogo. Nota final: 8/10 ✅ ----------------------------------------------------------------------------------------------------- CAMPANHA — 7/10: Mesmo sem o orçamento cinematográfico, assim como outras campanhas de FPS atuais, a campanha cumpre bem o papel de contextualizar as guerras e operações do multiplayer. São 9 missões variadas com +/-6hrs de gameplay — noturna, floresta, urbana, carro, tanque, com exploração e batalhas em campos enormes. A última missão é o auge: muitos veículos, soldados e destruição massiva, com excelente qualidade visual e estabilidade (coisa que não lembro de nenhum outro jogo atual conseguir fazer antes), além de uma "reviravolta final" na história. Falta aquele brilho narrativo para ser memorável, mas a variedade mantém o ritmo e prepara o jogador para o que vem no multi. MULTIPLAYER — 8/10: Crossplay, quase 50 armas e uma chuva de attachments. O ponto alto é a gameplay/gunplay excelente: armas responsivas e mira consistente. A EA também tem combatido cheaters de forma agressiva, o que ajuda a saúde do ambiente. No momento, são 9 mapas: 2 pequenos (infantaria pura); 5 médios (2–6 veículos — o que inclui helicópteros, tanques, carros, quadriciclos); 2 grandes (com muitos veículos). Esse mix traz um bom equilíbrio entre infantaria e veículos. Agrada tanto veteranos da série quanto quem vem do COD. Para o futuro, fica o desejo: mais mapas grandes focados em veículos, que sempre foram a marca de Battlefield. Também devo dizer que agora no lançamento não existem conteúdos pagos, já que tudo é desbloqueável via progressão de níveis ou desafios. Porém nesse final do mês chega a temporada 1 e talvez as coisas mudem. PORTAL — 8/10: O Portal é um dos grandes trunfos: dá para criar partidas privadas com bots, customizar modos e remixar mapas, prolongando a vida do jogo com conteúdo da comunidade. As limitações impedem a perfeição, não dá para importar assets nem criar mapas do zero (é preciso partir dos 9 mapas base), mas ainda assim o potencial é enorme. PERFORMANCE — 9/10: Performance e gráficos estão impecáveis para o que é renderizado na tela, já que a destruição de cenários é abusrda pra um jogo com 64 players. Em testes, o único problema foi uma incompatibilidade com o Discord: iniciar transmissão no meio da partida derrubou o FPS para < 60, enquanto começar a transmissão no menu não afetou o desempenho durante o jogo. ----------------------------------------------------------------------------------------------------- VEREDITO FINAL: BF6 é um jogo muito bom e, no cenário atual, pouco contestado no que se propõe. Brilha na gunplay, no equilíbrio de mapas e no Portal, com ótima performance. Não é perfeito — a campanha podia ousar mais e o multi merece mais mapas grandes, mas a base é sólida e promissora para os próximos anos (basta a EA não cagar 🙏). (7+8+8+9)/4 = Nota final: 8/10 ✅
Pô, as vozes e a arte estão muito boas, tirando o Sonar que tem a voz de incel e esquisito (que combina com quem dá a voz), é legalzinho, principalmente levando em conta que o foco é a narrativa. Achei os episódios muito curtos, e as opções não mudam NADA, se bem que no jogo da Telltale Walking Dead, tem vários momentos que convergem pra uma coisa só, um evento obrigatório. A gameplay é aquilo, quase não tem e é bem meia bomba, nem pra abrir uma janela com uma animação do que os personagens estão fazendo, só tem os diálogos mesmo e as cenas de missão pré-definida, como a que faz levar um soco da Invisiputa, de resto é 911 operator ou This is the police. Não acho que faz sentido lançar episódio separado, se já tá tudo pronto, tá achando que é Netflix, porra? Uma coisa era os Telltales, que tinham boas horas de duração e anos de produção entre um e outro, pra que fracionar, pra ficar pseudo relevante por mais semanas? Achei desnecessário. O foco é a narrativa, e parece que PODE vir a ser bom, mas, contrudo, entretanto, porém, pelo preço e pela completa falta de escolha dos dois primeiros episódios, talvez dar uma segurada na emoção seja melhor.